quarta-feira, 25 de março de 2009

Sei lá

Eu avisei que se me deixassem escrever aqui, que não esperassem altas produções literárias, nem textos politicamente corretos, até porque eu não pretendo salvar o mundo. Tem gente muito mais capacitada do que eu por aí e nem "cosca" fazem.

Então para que vou esquentar minha cabeça? Tem muito "nego" (sem demagogia racial, por favor) estudado que depois de 15 anos estudando descobrem que o Brasil não tem mais jeito. Que a corrupção está aqui desde a época colonial e que os Portugueses vieram aqui e saquearam as riquezas do país e foram embora quando a teta já estava completamente seca. Alguém acredita em reforma cultural em 4 anos? Isso está enraizado na alma desse povinho medíocre e passivo tem mais de 500 anos. Passivo mesmo, porque adora tomar.

Lá vai a dica: Salvem os seus rabos e deixem o resto que se exploda. Não há mais o que fazer.

terça-feira, 24 de março de 2009

Disciplina

Li no ZH de hoje o caso da aluna que agrediu a professora em Porto Alegre. Quem não souber do que se trata, lá vai: Zero Hora - 24 Mar 2009

A sociedade está sedenta por limites. As pessoas clamam por limites, querem ser disciplinadas, mas ninguém assume esse papel. Isso é um dos ônus da tão clamada liberdade total. Hipócritas, imbecis e demagogos defendem ela com o sacrifício da própria vida, condenam o autoritarismo, o "período de exceção", afinal naquela época ninguém podia agitar, ir contra as regras, o pau comia parelho.

Sabe de quem é a culpa por este incidente? Dos pais dessa aluna débil mental! Os pais dela é que deveriam ser responsabilizados por não terem dado educação para ela, por não terem dado limites para ela. Tudo bem, se os pais não ensinam, a vida se encarrega disso.

Tenho claro para mim que o professor é uma autoridade. Ninguém está acima dele dentro da sala de aula. Por isso o aumento da procura de pais e alunos por instituições de ensino com base na disciplina militar, por saberem, os pais, que algum limite será posto a seus filhos lá dentro. A própria sociedade quer limites, mas a "Constituição Cidadã" esqueceu de nomear um responsável por isso.

Há pouco tempo atrás o que o professor dizia a respeito do aluno era lei e, normalmente, se não fosse boa coisa a Havaianas cantava em casa. Hoje existem tantos direitos que as coisas se inverteram, os pais acreditam em seus pobres pimpolhos e o professor está sempre errado. Isso é uma inversão de valores lamentável. Mas claro, quem ousar questionar a liberdade total é o que? Um Nazista, claro, afinal, como não defender essas adoráveis criaturas ... tão indefesas.

Tapejara - O último dos guascas

Monotonia

Nada me entedia mais que a monotonia. Não aguento como as coisas são repetitivas, iguais, sempre sabemos o final. O dia começa sempre igual, termina sempre do mesmo jeito e vivemos sempre as mesmas coisas. A rotina é torturante e me entendia demais.

Que felicidade se cada dia fosse diferente, fosse surpreendente. É por isso que tanta gente se afunda no álcool, nas drogas. Eles não suportam o tédio do cotidiano, preferem se enganar sob o efeito de psicotrópicos e anfetaminas.

Que diabos é anfetaminas? Não vou perder tempo descobrindo o que é no Google, talvez um dia eu descubra.

Esse post está muito monótono, vou finalizá-lo.

Alguém aí sabe me dizer que raios é "Diário Sangrento"?

segunda-feira, 23 de março de 2009

IBOPE

Olá, caros leitores!

Mais alto: Olá, caros leitores!

É, parece que são poucos aqueles que aqui alimentam-se de informações, entretenimento e opiniões.

Tenho a missão de acabar com esse deserto eletrônico. Já sugeri ao administrador do Blog que para aumentar a audiência devemos mostrar, aqui, aquilo que o povo gosta. A partir de hoje faremos uma lista das melhores fotos já publicadas nas revistas masculinas. O povão quer "muié boa e pelada". Vamos apelar, afinal o que importa são números no IBOPE e dinheiro no bolso ... o exemplo está aí para quem quiser ver, basta sintonizar o canal 13 (NET) depois das 21h e entenderão o que estou falando.

quarta-feira, 18 de março de 2009

Assistencialismo

Ontem ouvia um programa em uma das rádios de nossa cidade, ao qual se pronunciava um ilustre vereador deste município. Cabe o registro, um dos mais votados na última eleição.

Chamou minha atenção a história de vida deste político. Ele contou que quando trabalhou um São Paulo foi convidado por vários partidos políticos a concorrer aos mais inúmeros cargos da política nacional:
- Me chamaram para ser Deputado Federal ... Senador da República! Mas eu não queria, não era a minha missão na Terra.

Continuou dizendo que resolveu entrar para a política, em nossa cidade, porque "era necessário dar continuidade ao trabalho social de forma que mais pessoas fossem atingida".

Não concordo com esse tipo de política. Para mim isso é auto-promoção em cima da doação dos outros, porque quem doa o material é alguém, não o apresentador, ele é um mero intermediador dessa doação. Vale-se da sua estima perante o público para conseguir cadeiras-de-rodas, macas, muletas e os repassa aos necessitados angariando todo o prestigio para si, uma política meio estranha essa.

E, vem cá?! A sua missão na Terra mudou assim, do dia para a noite? Ou será que em Santa Maria o reduto eleitoral é bem menor que São Paulo e as chances de eleição aumentariam cultuando o assistencialismo aqui?

Perguntinha difícil ... o Senador aquele tá fazendo escola por aqui.

terça-feira, 17 de março de 2009

Apresentação

Tenho a grata satisfação de anunciar ao Grande Público o mais novo integrante do MySelf. Trata-se do amigo João Nelson. Como de praxe, devo explicar que a intenção é colocar aqui opiniões não só vinculadas a futebol e política pública, mas debater a analisar mais questões do cotidiano da humanidade. Seja bem-vindo!

quinta-feira, 12 de março de 2009

Discurso

Não aprovo esse discurso que a direção do Grêmio e comissão técnica está tendo toda vez que se manifesta à torcida. Todos desdenham do Campeonato Gaúcho, deixam claro que a Libertadores é muito mais importante e que perder os GRENAIS não significaram nada na trajetória gremista nesse ano. Discordo. Até acho que a Libertadores representa tudo para o GRÊMIO, mas não cabe ficar desfazendo do Gauchão, assim, aos 4 ventos. Dê a devida importância a cada competição, mas camufle isso, deixe essa idéia trancada dentro do vestiário.

O Celso Roth trata o Gauchão como se quisesse perder logo para dedicar-se exclusivamente a Libertadores. Será que é isso mesmo? E se o Tricolor for desclassificado da competição "mais importante"? Elevará o Gauchão à primeira prioridade no primeiro semestre?

Lamentável esse discurso.

Boyacá Chicó 0 x 1 GRÊMIO

Não fosse as inúmeras e incríveis oportunidades criadas e desperdiçadas pelo Grêmio, certamente o placar seria bem mais elástico do que apenas 1 a 0.

Fala-se em "sobrevida" para Celso Roth, um exagero. Vencer o Boyacá é, mais ou menos, como vencer o Brasil-Pel na situação que está. O time é bem fraquinho. De tudo isso, uma coisa é certa, quando uma equipe competitiva enfrenta um time inferior tecnicamente o que deve acontecer é isso mesmo: goleada, imposição e superioridade.

Preocupa muito as chances de gol que o time perdeu. Jonas protagonizou a mais ridícula de todas. Teve três chances no mesmo lance, e ele conseguiu errar, sem goleiro. O que será que acontece? Será nervosismo? Será displicência? Porque não posso acreditar que seja falta de qualidade, uma vez que a equipe consegue criar as oportunidades. Só posso atribuir isso a fase que a equipe passa.

Agora, com 4 pontos, o Grêmio já figura entre os classificados no seu grupo. Acredito que isso deva se manter até o fim, não por excelência na qualidade do time, mas pela mediocridade dos adversários.

terça-feira, 10 de março de 2009

Ensaio Sobre a Cegueira

Assisti ao tão badalado filme que dá nome a esse post nas férias. Sinceramente? Nota 6,0. Eu esperava bem mais depois de todo o marketing que foi posto em cima desta produção.

Claro que julgamos os filmes de acordo com as emoções que eles nos provocam. O Ensaio Sobre a Cegueira me deixou agoniado durante toda a apresentação, sem contar no enorme sofrimento que acabamos acometidos enquanto assistimos, afinal, é natural que como telespectadores torçamos para que os personagens se dêem bem no final.

O apelo é bastante filosófico. Quem não assistiu, advirto que não espere uma história seqüencial dentro de uma realidade lógica e real. A trama trata de algo surreal, de um comportamento humano quando exposto a condições de total descaso (pelas autoridades) e de extremas dificuldades para suprir suas necessidades naturais.

Eu não gostei. É muito grito para pouca lã.