Este vídeo está no YouTube. Eu acredito que muitos já o tenham visto, mas eu quis postá-lo aqui como uma forma de homenagear a Torcida do Grêmio.
- o vídeo começa a ser gravado quando o jogador do Náutico prepara-se para executar a cobrança do segundo pênalti. É possível entender pela narração da televisão. A gravação se estende até momentos depois do gol do Anderson. Um momento raro, que merece ser relembrado. O que está nestas imagens aconteceu em todos os lares gremistas, só mudava de endereço.
Enjoy it.
sábado, 27 de novembro de 2010
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
A Batalha dos Aflitos
Cinco anos se passaram daquele que foi o jogo mais inacreditável da história do futebol.
26 de novembro de 2005. Sábado. São Leopoldo, Rio Grande do Sul. A última partida do Grêmio pela Série B, eu assisti no meu apartamento. Aos 35 min do 2 tempo, o árbitro, Djalma Beltrami, assinalou pênalti, num lance que a bola toca no cotovelo do volante Nunes do Tricolor.
Naquele momento eu escutava o jogo no rádio e assistia na TV. A voz do narrador Haroldo de Souza chegava uns 10 segundos antes da imagem. Quando ele gritou "pênalti" eu olhei para o monitor e não entendia como poderia isso ter ocorrido. Fiquei estático. Não acreditava no que estava acontecendo. Abri a janela do meu quarto e comecei a olhar para a rua, desqualificando o time do Grêmio:
- Esse time tem que ficar na Segunda Divisão mesmo!!!
Foram quase 30 minutos de agonia. Sem saber o que iria ocorrer. Nesse momento recebo uma ligação do amigo colorado, o saudoso Sgt Meireles:
- Vocês tem que expulsar mais um para acabar com esse jogo. O Grêmio tem que sair de campo!
Desliguei. Óbvio que o Meireles não estava interessado em ajudar o Tricolor. Foi só um pretexto para saber como eu estava me sentindo naquele momento dramático.
Quando o árbitro levou a bola até a marca do pênalti, a minha namorada (à época, atual esposa), sentada ao pé da minha cama me disse, enquanto pintava umas caixas de artesanato:
- Não se preocupa, ele vai errar.
- Mas como que vai errar??? Como??? Eles já perderam um pênalti, tu acha que eles vão perder outro??? Não fala um absurdo desses!!! - esbravejei.
Fiquei de pé em frente ao meu armário. Reparei que o jogador do Náutico, o Ademar, tomou pouca distância para cobrar o pênalti. Logo me veio na cabeça os dizeres do meu Pai que sempre condenou jogadores que tomavam pouca distância para executar essas cobranças. Citava o Sócrates na Copa de 86. Durante as passadas de Ademar rumo a bola eu disse "vai errar". Só percebi que isso tinha realmente acontecido uma fração de tempo depois. Não contive a minha alegria. Apesar do Grêmio ter sete jogadores em campo, eu entendia que a partida se decidiria naquela cobrança. Se fosse gol, estava tudo acabado, se não, o Tricolor resistiria até o fim.
Corri para o telefone para ligar para casa. Queria falar com o meu Pai. Quando ele me atendeu, nem se estabeleceu um diálogo, no fundo ouvi minha mãe gritar "olha, o Grêmio vai fazer um gol!". Desliguei imediatamente e voltei os olhos para a televisão. Vi os jogadores comemorando, mas não entendia o que estava acontecendo até, novamente ser alertado pela minha querida:
- O Grêmio fez um gol!
Logo veio o replay. Era gol mesmo. Não consegui conter a emoção. Ajoelhei-me no quarto e gritei com toda a força do mundo. A partir disso, foi só esperar terminar o jogo e entender que bem mais do que ser campeão da Série B, este jogo fui um marco na história Tricolor. Um épico da Imortalidade. Tinha que ser o Grêmio.
26 de novembro de 2005. Sábado. São Leopoldo, Rio Grande do Sul. A última partida do Grêmio pela Série B, eu assisti no meu apartamento. Aos 35 min do 2 tempo, o árbitro, Djalma Beltrami, assinalou pênalti, num lance que a bola toca no cotovelo do volante Nunes do Tricolor.
Naquele momento eu escutava o jogo no rádio e assistia na TV. A voz do narrador Haroldo de Souza chegava uns 10 segundos antes da imagem. Quando ele gritou "pênalti" eu olhei para o monitor e não entendia como poderia isso ter ocorrido. Fiquei estático. Não acreditava no que estava acontecendo. Abri a janela do meu quarto e comecei a olhar para a rua, desqualificando o time do Grêmio:
- Esse time tem que ficar na Segunda Divisão mesmo!!!
Foram quase 30 minutos de agonia. Sem saber o que iria ocorrer. Nesse momento recebo uma ligação do amigo colorado, o saudoso Sgt Meireles:
- Vocês tem que expulsar mais um para acabar com esse jogo. O Grêmio tem que sair de campo!
Desliguei. Óbvio que o Meireles não estava interessado em ajudar o Tricolor. Foi só um pretexto para saber como eu estava me sentindo naquele momento dramático.
Quando o árbitro levou a bola até a marca do pênalti, a minha namorada (à época, atual esposa), sentada ao pé da minha cama me disse, enquanto pintava umas caixas de artesanato:
- Não se preocupa, ele vai errar.
- Mas como que vai errar??? Como??? Eles já perderam um pênalti, tu acha que eles vão perder outro??? Não fala um absurdo desses!!! - esbravejei.
Fiquei de pé em frente ao meu armário. Reparei que o jogador do Náutico, o Ademar, tomou pouca distância para cobrar o pênalti. Logo me veio na cabeça os dizeres do meu Pai que sempre condenou jogadores que tomavam pouca distância para executar essas cobranças. Citava o Sócrates na Copa de 86. Durante as passadas de Ademar rumo a bola eu disse "vai errar". Só percebi que isso tinha realmente acontecido uma fração de tempo depois. Não contive a minha alegria. Apesar do Grêmio ter sete jogadores em campo, eu entendia que a partida se decidiria naquela cobrança. Se fosse gol, estava tudo acabado, se não, o Tricolor resistiria até o fim.
Corri para o telefone para ligar para casa. Queria falar com o meu Pai. Quando ele me atendeu, nem se estabeleceu um diálogo, no fundo ouvi minha mãe gritar "olha, o Grêmio vai fazer um gol!". Desliguei imediatamente e voltei os olhos para a televisão. Vi os jogadores comemorando, mas não entendia o que estava acontecendo até, novamente ser alertado pela minha querida:
- O Grêmio fez um gol!
Logo veio o replay. Era gol mesmo. Não consegui conter a emoção. Ajoelhei-me no quarto e gritei com toda a força do mundo. A partir disso, foi só esperar terminar o jogo e entender que bem mais do que ser campeão da Série B, este jogo fui um marco na história Tricolor. Um épico da Imortalidade. Tinha que ser o Grêmio.
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Fernando Collor
Recebi um e-mail, outro dia, com um trecho do espetáculo do Danilo Gentilli (CQC) em Brasília. Ele fez referência ao passado promíscuo de Fernando Collor o que atiçou minha curiosidade em busca de mais informações a respeito. O resultado da pesquisa é deprimente, nojento.
Vale lembrar que um dos principais motivos da queda do Presidente Collor foi uma entrevista concedida por seu irmão, Pedro Collor, à revista VEJA, na qual ele revelava detalhes sobre as maracutaias que envolviam Fernando Collor, P C Farias e mais uma meia dúzia de puxa-sacos. Algum tempo depois, ele novamente deu declarações à VEJA acerca dos porões da Casa da Dinda, conforme consta, em síntese, nesta reportagem que segue:
Revista VEJA - 17 de março de 1993
Última pá de lama
Pedro Collor revela que o ex-presidente consumia cocaína no governo e aponta dois casos de adultério de Rosane.
(...)
Pedro Collor contou que:
- Fernando Collor pretendia separar-se de Rosane durante a crise conjugal de agosto de 1991. Desistiu porque a primeira-dama ameaçou desmascará-lo numa entrevista coletiva, contando que ela colocava supositórios de cocaína no Presidente.
- A primeira-dama teve dois romances extraconjugais durante a passagem de seu marido pela Presidência. Grávida de um de seus amantes, Rosane teria feito um aborto.
- Collor é um marido violento. Em seu primeiro casamento, com a socialite Lilibeth Monteiro de Carvalho, chegou a espancá-la com tamanha fúria que a mulher foi obrigada a chamar um médico, pois ficara surda. Noutra ocasião, para escapar de uma surra, Rosane fugiu de casa.
- O ex-presidente teve um relacionamento homossexual com o empresário e deputado Paulo Octávio, do PRN de Brasília.
- No porão da Casa da Dinda, Collor e Rosane praticavam rituais de magia negra. Espetavam com agulhas bonecos representando seus adversários.
Isso prova a força que tem o dinheiro. Fizeram dele Presidente da República, alguém, em tese, dono de elevada conduta moral e acima de qualquer suspeita.
Eu tenho algumas lembranças da época collorida. Lembro da votação para o impeachment na TV. Dos deputados falando "pela dignidade e moralidade deste país meu voto é SIM". Das passeatas dos "caras-pintadas". Pouca coisas. Nunca me ative a saber mais sobre a vida do ex-presidente. Depois de ler, concluí: Cada país tem o governo que merece.
Vale lembrar que um dos principais motivos da queda do Presidente Collor foi uma entrevista concedida por seu irmão, Pedro Collor, à revista VEJA, na qual ele revelava detalhes sobre as maracutaias que envolviam Fernando Collor, P C Farias e mais uma meia dúzia de puxa-sacos. Algum tempo depois, ele novamente deu declarações à VEJA acerca dos porões da Casa da Dinda, conforme consta, em síntese, nesta reportagem que segue:
Revista VEJA - 17 de março de 1993
Última pá de lama
Pedro Collor revela que o ex-presidente consumia cocaína no governo e aponta dois casos de adultério de Rosane.
(...)
Pedro Collor contou que:
- Fernando Collor pretendia separar-se de Rosane durante a crise conjugal de agosto de 1991. Desistiu porque a primeira-dama ameaçou desmascará-lo numa entrevista coletiva, contando que ela colocava supositórios de cocaína no Presidente.
- A primeira-dama teve dois romances extraconjugais durante a passagem de seu marido pela Presidência. Grávida de um de seus amantes, Rosane teria feito um aborto.
- Collor é um marido violento. Em seu primeiro casamento, com a socialite Lilibeth Monteiro de Carvalho, chegou a espancá-la com tamanha fúria que a mulher foi obrigada a chamar um médico, pois ficara surda. Noutra ocasião, para escapar de uma surra, Rosane fugiu de casa.
- O ex-presidente teve um relacionamento homossexual com o empresário e deputado Paulo Octávio, do PRN de Brasília.
- No porão da Casa da Dinda, Collor e Rosane praticavam rituais de magia negra. Espetavam com agulhas bonecos representando seus adversários.
Isso prova a força que tem o dinheiro. Fizeram dele Presidente da República, alguém, em tese, dono de elevada conduta moral e acima de qualquer suspeita.
Eu tenho algumas lembranças da época collorida. Lembro da votação para o impeachment na TV. Dos deputados falando "pela dignidade e moralidade deste país meu voto é SIM". Das passeatas dos "caras-pintadas". Pouca coisas. Nunca me ative a saber mais sobre a vida do ex-presidente. Depois de ler, concluí: Cada país tem o governo que merece.
sábado, 16 de outubro de 2010
Em quem votar ?
Talvez esta seja a pergunta de grande parte dos eleitores do país - que hoje observam uma campanha eleitoral de muito baixo nível: Em quem devo votar? Dilma ou Serra.
De um lado, a candidata do PT tem a seu favor o atual presidente, Lula, que inegavelmente mudou a realidade do país durante seu mandato. É verdade, hoje o “pobre” pode mais, o brasileiro tem maior poder aquisitivo e a economia está fervendo. Sensível diferença da realidade dos anos 90, no período FHC mas, apesar disso, até mesmo o mais fervoroso militante pró-Dilma não saberia responder: De onde ela veio? Em que ela foi eleita? Quem é Dilma Roussef?
É estranho, não entendo o que levou o PT a optar por Dilma como candidata a presidência. Quem hoje vota nela, na verdade quer votar em Lula, não conhece a candidata, e aí comete um engano: Dilma não é o Lula.
Do outro lado, Serra, já foi senador, governador de São Paulo (... você já sabe né, já viu a propaganda dos bonequinhos, não viu?), mas tem o período FHC que o assombra. Claro, há quem diga - e com razão – que Lula só fez do Brasil o que fez, devido ao governo FHC, mas a dificuldade que o país vivia naquele período é de arrepiar. Bom, me sinto um pouco aliviado por justificar o meu voto, tenho sim minha opção, mas não sou convicto, sei que ambos têm grande potencial de decepcionar seus eleitores.
Além disso, a campanha eleitoral deste ano esta uma vergonha. O horário eleitoral só tem ataques, tentativas de manipulação, ofensas. Deveria ser proibido citar o nome de candidatos opostos nos horários gratuitos. É terrível.
Por fim, aos que já fizeram suas opções e estão convictos, meus cumprimentos (e um pontinho de inveja), aos amigos que como eu, não conseguem confiar em nenhum dos dois, infelizmente terão de optar, é o que a casa oferece.
De um lado, a candidata do PT tem a seu favor o atual presidente, Lula, que inegavelmente mudou a realidade do país durante seu mandato. É verdade, hoje o “pobre” pode mais, o brasileiro tem maior poder aquisitivo e a economia está fervendo. Sensível diferença da realidade dos anos 90, no período FHC mas, apesar disso, até mesmo o mais fervoroso militante pró-Dilma não saberia responder: De onde ela veio? Em que ela foi eleita? Quem é Dilma Roussef?
É estranho, não entendo o que levou o PT a optar por Dilma como candidata a presidência. Quem hoje vota nela, na verdade quer votar em Lula, não conhece a candidata, e aí comete um engano: Dilma não é o Lula.
Do outro lado, Serra, já foi senador, governador de São Paulo (... você já sabe né, já viu a propaganda dos bonequinhos, não viu?), mas tem o período FHC que o assombra. Claro, há quem diga - e com razão – que Lula só fez do Brasil o que fez, devido ao governo FHC, mas a dificuldade que o país vivia naquele período é de arrepiar. Bom, me sinto um pouco aliviado por justificar o meu voto, tenho sim minha opção, mas não sou convicto, sei que ambos têm grande potencial de decepcionar seus eleitores.
Além disso, a campanha eleitoral deste ano esta uma vergonha. O horário eleitoral só tem ataques, tentativas de manipulação, ofensas. Deveria ser proibido citar o nome de candidatos opostos nos horários gratuitos. É terrível.
Por fim, aos que já fizeram suas opções e estão convictos, meus cumprimentos (e um pontinho de inveja), aos amigos que como eu, não conseguem confiar em nenhum dos dois, infelizmente terão de optar, é o que a casa oferece.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
A velha soberba
É natural que a torcida colorada esteja eufórica, afinal, foram mais de 27 (vinte e sete) anos sofrendo nas mãos tricolores. Havia argumentos, aqueles, de quem havia vencido o maior número de clássicos, quem nunca teria sido rebaixado à Série B, quem detinha maior número de títulos regionais e quem seria o único campeão brasileiro invicto. Os gremistas revidavam sempre de bate-pronto: "Somos campeões do mundo". O colorado diminuia, ficava minúsculo.
Em 2006 as coisas começaram a mudar. O Inter venceu a primeira Libertadores e bateu o Barcelona no Mundial de Clubes. Os argumentos ganharam corpo: "Somos campeões do mundo FIFA", como se ser FIFA, depois de 23 anos, fosse a glória suprema nunca antes sido alcançada por ninguém. Embuste, claro, mas tem que haver compreensão, afinal são 23 anos medindo 1 centímetro contra um rival que já tinha o tamanho do mundo.
Chega 2010 e o saldo qualificado leva o Inter a decidir a Libertadores com o Chivas do México. Um passeio, lógico. O colorado, finalmente, alcança o seu segundo título e sobe no mesmo patamar do rival, 15 anos depois. Quinze intermináveis anos tendo que ouvir quieto que era o Once Caldas dos Pampas.
Agora a moda é a seguinte, é desfazer da Copa do Brasil. A Copa do Brasil é a "copinha" do Brasil. Muito óbvio, o Grêmio é tetra, o Inter venceu só uma vez em 1992 com um pênalti que não existiu. A Sulamericana é a glória, praticamente um terceiro título das Américas, claro, só o Inter deu importância a esta competição numa época que ela nada valia.
A verdade é que a velha soberba volta para os lados do Beira Rio. Não sei se irá vencer a Inter-ITA no mundial, não sei se será campeão brasileiro novamente, não sei, só sei que ONTEM quando um gremista falava o máximo que ele ouvia de volta era o seu eco. Eu disse: ONTEM.
Em 2006 as coisas começaram a mudar. O Inter venceu a primeira Libertadores e bateu o Barcelona no Mundial de Clubes. Os argumentos ganharam corpo: "Somos campeões do mundo FIFA", como se ser FIFA, depois de 23 anos, fosse a glória suprema nunca antes sido alcançada por ninguém. Embuste, claro, mas tem que haver compreensão, afinal são 23 anos medindo 1 centímetro contra um rival que já tinha o tamanho do mundo.
Chega 2010 e o saldo qualificado leva o Inter a decidir a Libertadores com o Chivas do México. Um passeio, lógico. O colorado, finalmente, alcança o seu segundo título e sobe no mesmo patamar do rival, 15 anos depois. Quinze intermináveis anos tendo que ouvir quieto que era o Once Caldas dos Pampas.
Agora a moda é a seguinte, é desfazer da Copa do Brasil. A Copa do Brasil é a "copinha" do Brasil. Muito óbvio, o Grêmio é tetra, o Inter venceu só uma vez em 1992 com um pênalti que não existiu. A Sulamericana é a glória, praticamente um terceiro título das Américas, claro, só o Inter deu importância a esta competição numa época que ela nada valia.
A verdade é que a velha soberba volta para os lados do Beira Rio. Não sei se irá vencer a Inter-ITA no mundial, não sei se será campeão brasileiro novamente, não sei, só sei que ONTEM quando um gremista falava o máximo que ele ouvia de volta era o seu eco. Eu disse: ONTEM.
quarta-feira, 18 de agosto de 2010
O dia que jamais chegaria
Hoje é o dia que nunca imaginou-se que iria chegar. Dia 18 de agosto de 2010. O Inter será Bi Campeão da Libertadores. Hoje é só para confirmar, pois o título foi conquistado lá na Argentina diante do Estudiantes com aquele gol aos 43min. Um gol histórico.
Giuliano deve ter um busto em bronze na entrada do Beira Rio. A jovem promessa, esquecido no banco de reservas por Roth, põe o Inter numa igualdade de condições que nem os próprios colorados imaginavam que um dia estariam.
Ser BI Campeão demonstra a maturidade de um clube de futebol. Vencer uma vez pode acontecer, vide LDU, Once Caldas, mas duas vezes é a confirmação. Não foi por acaso.
Tomara que a noite seja curta hoje, e que o dia 19 de agosto chegue logo. É o que esperamos.
Giuliano deve ter um busto em bronze na entrada do Beira Rio. A jovem promessa, esquecido no banco de reservas por Roth, põe o Inter numa igualdade de condições que nem os próprios colorados imaginavam que um dia estariam.
Ser BI Campeão demonstra a maturidade de um clube de futebol. Vencer uma vez pode acontecer, vide LDU, Once Caldas, mas duas vezes é a confirmação. Não foi por acaso.
Tomara que a noite seja curta hoje, e que o dia 19 de agosto chegue logo. É o que esperamos.
sexta-feira, 6 de agosto de 2010
Começou ...
"Foi um desabafo. Eu venho trabalhando há tanto tempo, fazendo bons trabalhos com grupos menos qualificados que o do Inter. E eu sou rotulado como um profissional que não chega. Foi um desabafo com os torcedores do Internacional".
Celso Roth tarda mas não falha. Mesmo na vitória o ranço é maior do que ele.
Lembrança: Tem saldo qualificado na final também?
Celso Roth tarda mas não falha. Mesmo na vitória o ranço é maior do que ele.
Lembrança: Tem saldo qualificado na final também?
sexta-feira, 23 de julho de 2010
O que irá acontecer
- O Grêmio não ganha do Cruzeiro em MG nem por um cara ... melo. Perde o jogo e o treinador que, aliás, já vai tarde.
- O Inter deve vencer o Flamengo no Beira Rio. Na quarta, deve vencer o São Paulo também e possivelmente será o novo campeão da Libertadores.
- O Inter deve vencer o Flamengo no Beira Rio. Na quarta, deve vencer o São Paulo também e possivelmente será o novo campeão da Libertadores.
segunda-feira, 12 de julho de 2010
A Copa do Mundo é da Espanha
O oitavo integrante do seleto grupo de campeões mundiais é a Espanha. Iniesta marcou o gol do título depois dos 10min do segundo tempo da prorrogação.Depois de 1970, quando o Brasil conquistou em definitivo a taça Jules Rimet, nenhuma seleção venceu por três vezes a Copa do Mundo. Argentina, Brasil, Alemanha e Itália têm duas conquistas. Nem sei se essa regra é válida ainda, seria legal se valesse ainda. Foram necessários 40 anos para que a Taça Jules Rimet fosse conquistada em definitivo. Passaram-se os mesmos 40 anos e ainda ninguém conquistou em definitivo a Copa do Mundo.
E o polvo? Incrível, acertou todas. Chegamos a acreditar que ele possui algum dom superior.
A Copa do Mundo 2010 deixou alguma conclusões. Equipes mais preocupadas em defender-se do que em atacar. Resultado disso foram os incontáveis "1 a 0". Não sei se venceu quem foi melhor. Acho que a Alemanha merecia a vitória, mas um jogo infeliz e os alemães deram adeus ao título.
A Espanha foi mais constante. Não encheu os olhos, mas cresceu ao longo da competição e venceu importantes adversários.
Parabéns ao oitavo integrante. A "Fúria" mostrou a sua cara.
quinta-feira, 8 de julho de 2010
MySelf 100%
Seguindo uma tradição milenar, o MySelf Blog mantém seu 100% de aproveitamento em previsões futebolísticas, ou seja, erramos todas. Somos o polvo Paul as avessas, uma espécie de Mick Jagger virtual.
Na verdade as previsões refletem desejos pessoais com uma certa dose de interpretação da lógica:
- Sabe-se que nunca na história das Copas do Mundo nenhuma das quatro gigantes deixou de ser finalista. Em 2010, deixou.
- Sabe-se que a Espanha sempre é aclamada como favorita e amarela ao longo do caminho. Em 2010, não amarelou.
- Sabe-se que o mesmo sempre ocorre com a Holanda. A Laranja sempre encontra um Brasil pelo caminho e fica por ali mesmo. Em 2010, não ficou.
- Sabe-se que só existem 7 países campeões mundiais: Uruguai, Itália, Alemanha, Inglaterra, Brasil, Argentina e França. Em 2010, existirá um oitavo.
São os novos tempos. Para fechar, falta opinarmos sobre quem será o campeão diante desta final. Para alegria dos holandeses, apostamos na turma de David Villa, Casillas y Puyol.
Domingo saberemos.
Na verdade as previsões refletem desejos pessoais com uma certa dose de interpretação da lógica:
- Sabe-se que nunca na história das Copas do Mundo nenhuma das quatro gigantes deixou de ser finalista. Em 2010, deixou.
- Sabe-se que a Espanha sempre é aclamada como favorita e amarela ao longo do caminho. Em 2010, não amarelou.
- Sabe-se que o mesmo sempre ocorre com a Holanda. A Laranja sempre encontra um Brasil pelo caminho e fica por ali mesmo. Em 2010, não ficou.
- Sabe-se que só existem 7 países campeões mundiais: Uruguai, Itália, Alemanha, Inglaterra, Brasil, Argentina e França. Em 2010, existirá um oitavo.
São os novos tempos. Para fechar, falta opinarmos sobre quem será o campeão diante desta final. Para alegria dos holandeses, apostamos na turma de David Villa, Casillas y Puyol.
Domingo saberemos.
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